quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Usuários de cocaína ajudam a destruir a floresta tropical

O vice-presidente da Colômbia, Francisco Santos Calderón, disse à polícia britânica que quatro metros quadrados de floresta vêm abaixo a cada grama de cocaína consumida no Reino Unido.

Calderón apelou para a consciência ecológica dos usuários de drogas britânicos ricos. Segundo ele, 300 mil hectares de floresta colombiana são destruídos todos os anos a fim de abrir espaço para o cultivo da coca.

O vice-presidente disse a oficiais da polícia britânica que, na Colômbia, quase 900 civis morreram só neste ano por causa das minas terrestres que são espalhadas pelos narcotraficantes para proteger as lavouras de coca e os laboratórios de processamento da droga.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Avião movido a hidrogênio


Interessante!!!

Ainda neste mês o mundo verá o vôo de estréia do avião Antares, o primeiro movido a hidrogênio. Sua propulsão é feita por meio da tecnologia de célula de combustível.

Com uma mecânica similar à dos carros a hidrogênio, o Antares tem um motor elétrico, um tanque de hidrogênio em estado gasoso e a chamada célula de combustível, em vez de um motor de combustão. Abastecida de gás, essa célula produz energia elétrica e libera água em vez de gases poluentes.

O Antares foi projetado no Centro Aeroespacial da Alemanha. Foi a partir desse avião experimental que a mesma instituição projetou o Airbus A320 Atra -- um jato comercial dotado de sistema auxiliar de energia abastecido de hidrogênio que já voou em testes

Fazendo em casa o próprio combustível


A britânica ITM Power aposta que o hidrogênio será o combustível do futuro. Mas, em vez de ser distribuído por uma nova e cara infra-estrutura de tubos e tanques de armazenamento, o gás seria feito em casa, utilizando água, eletricidade e tecnologia fornecida pela própria empresa.

Há alguns anos o hidrogênio predominava nas tentativas de substituir o motor a gasolina. As células combustíveis, que misturam hidrogênio e oxigênio para produzir eletricidade e água, já foram as meninas dos olhos do mundo tecnológico. Hoje, porém, as baterias de lithium-ion são as favoritas. Neste cenário, a ITM Power conseguiu desenvolver um dispositivo barato para que os donos de carros possam produzir o gás em casa, resolvendo o problema da falta de postos de abastecimento de hidrogênio.

Não se sabe o que o futuro reserva para o hidrogênio enquanto alternativa à gasolina, mas a empresa já assinou contrato com a marinha dos EUA para desenvolver células combustíveis para mini-submarinos não tripulados, e está trabalhando com a Boeing no projeto de uma estação de reabastecimento de aviões também não tripulados movidos a células combustíveis.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Lobby do enxofre vence, e óleo diesel brasileiro continuará envenenado


Afinal, politicas públicas existem?

Na madrugada de quinta para sexta-feira, dias 30 e 31 de outubro de 2008, reuniram-se na capital paulista representantes do Ministério Público Federal de São Paulo, do governo federal, da Petrobras e da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, entre outros atores envolvidos com a controversa questão. Acertaram a continuidade do envenenamento gradual e silencioso da população brasileira.

A turma assinou um documento no qual o poder público reconhece o argumento que vinha sendo utilizado pelas fabricantes e pela Petrobras para se oporem à redução significativa da quantidade de enxofre misturado ao óleo diesel comercializado no Brasil, o de que não tiveram tempo para se adaptar às mudanças -- ainda que o prazo alegadamente exíguo tenha sido de nada menos do que sete longos anos.

Atualmente, o diesel queimado nas ruas das capitais brasileiras libera 500 partículas de enxofre por milhão no ar que se respira. Nas cidades do interior, permite-se 2 mil partes por milhão (ppm). Em 2002, o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) aprovou a resolução 315, segundo a qual todo o diesel comercializado em território nacional deveria ter no máximo 50 partes de enxofre por milhão -- o chamado diesel S-50 -- a partir do dia 1º de janeiro de 2009.

Agora, uma vez assinado o acordo, a utilização obrigatória do diesel S-50 valerá apenas para os ônibus das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Nas outras cidades paulistas e fluminenses, assim como no interior, no Distrito Federal e nas capitais dos outros 24 estados do país, o limite de enxofre liberado descerá de 2 mil para 1.800 ppm, e no longínquo ano de 2014 será reduzido para 500 ppm.

Depois de consumado o acerto entre governo, poluentes e ministério público, só em 2011 o diesel S-50 passará a ser obrigatório nas bombas de Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador e para as regiões metropolitanas de São Paulo e Rio, da Baixada Santista, Campinas e São José dos Campos.

Em suma, adiou-se em até cinco anos a drástica e urgente redução do enxofre que sai dos escapamentos de ônibus e caminhões diretamente para as vias respiratórias dos habitantes das cidades. Isso apesar de o ministro Carlos Minc, diante da pressão da Petrobras e das fabricantes de motores pelo adiamento, ter dito e repetido em um passado não muito distante que a lei seria cumprida.

Talvez fosse o caso de decorar as bombas de óleo diesel com avisos que poderiam ser inspirados naquelas imagens presentes nos maços de cigarro: uma perna necrosada, um feto abortado ou quem sabe um pulmão tomado pelo câncer.

Afinal, o Ministério da Saúde não adverte, o do Meio Ambiente finge que não é bem assim, mas a verdade é que o enxofre também causa doenças cardiovasculares, problemas respiratórios, aborto e câncer, com o agravante de que o veneno liberado pelos escapamentos não respeita as áreas reservadas para não fumantes. Milhares de brasileiros morrem todos os anos por inalarem passivamente o enxofre soprado pelos canos de descarga.
Falando ao site Planeta Sustentável, o coordenador do Laboratório de Poluição Atmosférica da USP, Paulo Saldiva, foi categórico ao comentar o acordo da semana passada: “uma decisão como essa só é imaginável em um cenário em que a vida humana não vale nada”. Ele calcula que 15 mil pessoas vão morrer nos próximos 30 anos porque se jogou no lixo o que já estava decidido.

Mas a procuradora Ana Cristina Bandeira Lins não vê as coisas desta forma -- pelo menos, não mais. Ela participou da reunião da semana passada que enterrou a resolução 315 do Conama, ainda que há poucos meses tenha garantido à sociedade brasileira que a norma não cairia por pressão alguma. Agora, depois de ceder, justificou-se dizendo o seguinte sobre o trato do governo e do MP com o lobby do veneno: “Construímos uma política pública sobre a emissão de poluentes”.

Afinal, políticas públicas existem para garantir o bem estar dos cidadãos ou para matá-los lentamente? Como a questão do enxofre no diesel brasileiro pode ir parar no Tribunal de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA), talvez eles decidam por nós.

domingo, 2 de novembro de 2008

Aquecimento pode provocar migração de culturas agrícolas

As mudanças climáticas causadas pelo aquecimento global podem forçar a migração de culturas agrícolas típicas de determinadas regiões do Brasil, alertou nesta quarta-feira um integrante brasileiro do Painel Intergovernamental da ONU para a Mudança Climática (IPCC, na sigla em inglês).
"Com aumento de dois, três graus Celsius o café muda para o sul, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e até fora do Brasil", disse o pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e especialista em mudanças climáticas Carlos Nobre.

"O Brasil é uma potência agrícola, que tem um potencial muito grande a ser explorado, talvez o maior do mundo. E as mudanças climáticas diretamente afetam a agricultura", disse Nobre a jornalistas após apresentação na sede do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em Brasília.

Além da agricultura, segundo o pesquisador, a saúde da população também deve ser impactada pelas mudanças no clima. "Os Estados mais frios, que não tem um problema muito grave ainda de doenças transmitidas por vetores - insetos como os de malária, dengue e outras -, vão ter um clima adequado em 50 anos", comentou.

O desmatamento é o principal responsável pelas emissões brasileiras dos gases do efeito estufa e, nesta quarta-feira, dados do Inpe apontaram queda no desmatamento da Amazônia, para 587 km quadrados em setembro, contra os 756 quilômetros quadrados do mês anterior.

Especialistas do IPCC defendem a necessidade de redução de 80% das emissões globais dos gases do efeito estufa até 2015.

"Tenho dois recados sérios: precisamos reduzir muito as emissões e precisamos reduzir já", disse Martin Parry, um dos coordenadores do painel, para quem um atraso de 10 anos na tomada de providências contra as emissões resultará no aumento de 0,5 grau Celsius na temperatura média do planeta.

FONTE: NOTICIAS TERRA.COM.BR

O Brasil vêm se destacado uma potência agrícola, além de termos terras férties temos um vasto territorio, um país tropical. E isso já vem dando dor de cabeça à muitos outros paises. Não me assusto quando leio ou ouço falar que o Brasil já é um país de primeiro mundo! Agora precisamos de uma vez por todas controlar o desmatamento já que ele é o principal responsável pelas emissões brasileiras dos gases do efeito estufa, temos que preservar nossas áreas, e trabalhar com projetos sustentavél. É necessário mais que belas terras férteis, é preciso trabalho e projetos de uma base sustentavél pois nossas terras são limitadas.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Curiosidades da Caatinga!


O tesouro em nossas mãos!!!

Pensar que a Caatinga é pobre em espécies animais e vegetais é comum entre a maioria das pessoas. Afinal, parece um grande deserto, de solo seco e esturricado. Mas a realidade deste bioma exclusivamente brasileiro é bem diferente...

Ocupando 11% do território nacional, a Caatinga abrange os estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Sergipe, Alagoas, Bahia, Piauí e norte de Minas Gerais. Dados do Ministério do Meio Ambiente apontam que ali vivem mais de 300 espécies vegetais, 143 espécies de mamíferos (com pelo menos 20 endêmicas) e 510 espécies de aves (quase 1/3 do total existente no país), sendo 20 delas ameaçadas de extinção, como a ararinha-azul e arara-azul-de-Lear. Já foram registradas também 240 espécies de peixes, 58 de anfíbios e 98 de répteis.

Diferentemente do que ocorre com outras regiões semi-áridas no mundo, como os desertos do Saara e de Atacama, a Caatinga está localizada próximo à linha do Equador, o que garante a ela esse perfil único de rica diversidade de espécies animais e vegetais. É o que explica Rodrigo Castro, secretário-executivo da Associação Caatinga, uma entidade que trabalha em prol da proteção do bioma.

Rodrigo, que também é biólogo e mestre em ciências do desenvolvimento, derruba outro mito bastante comum: de que na Caatinga não existe água. "Apesar de não ser um recurso abundante, o maior problema relacionado à água na Caatinga é a falta de uma gestão adequada dos recursos hídricos". E dá como exemplo a legislação do Ceará sobre isso: "O estado interligou as bacias hidrográficas com uma rede de açudes. Como a maior quantidade de água da região vem das chuvas, essa medida vem garantindo a segurança hídrica principalmente da capital, Fortaleza, que hoje concentra mais de 2,5 milhões de habitantes. Ações como essa precisam ser implementadas em outras regiões".

Porém, enquanto isso não acontece, as agressões ao meio ambiente do semi-árido nordestino vão causando um aumento no processo de desertificação na área. A cobertura vegetal está reduzida a menos de 50% da área dos estados abarcados pelo bioma, e a taxa anual de desmatamento é de aproximadamente meio milhão de hectares.

Hoje, o Brasil tem quatro áreas que estão sofrendo desertificação: uma no sul, uma no cerrado e duas na caatinga. A situação é tão grave que fez o governo federal criar o Programa de Ação Nacional de Combate à Desertificação, que visa elaborar políticas públicas que revertam esse quadro.

FONTE: Opinião e Noticia.

Precisamos combater esse mito de que desenvolvimento e conservação são incompatíveis. Para desenvolver o país, é preciso levar em conta a natureza. Se ela desaparecer, nós desapareceremos também.

OBS: É dever de cada um conhecer sempre um pouco mais desse rico bioma, a Caatinga precisa-se urgentimente de cuidados e de projetos para combater à desertificação.

LEMBRE-SE DO MAIS IMPORTANTE: VOCÊ PODE AJUDAR!

Viva a Crise Financeira Internacional! O Meio Ambinete agradece!


Meta global de emissões será afetada pela crise.

O consenso político para um acordo mundial em torno da redução das emissões de gases de efeito estufa, que deve ser fechado na Conferência Mundial sobre o Clima, em Copenhague, em 2009, está ameaçado pela crise financeira e pelo risco de recessão mundial.

De acordo com cientistas do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), reunidos em Brasília, a meta sugerida de 80% até o ano de 2015 pode não ser alcançada caso ocorra uma forte desaceleração do crescimento, especialmente entre as grandes potências.

Na avaliação do IPCC, o compromisso requer viabilidade e sustentabilidade. Com a crise financeira, as lideranças políticas terão outras prioridades.

FONTE: http://www.opiniaoenoticia.com.br/interna.php?id=19667

Com essa noticia o meio ambiente agradece!
e nossa saúde também!
Afinal que crise é essa? pois bem, gostaria que você leitor me respondesse essa postagem informando de que forma essa crise financeira internacional está lhe afetando! Afinal essa crise existe pra você ou é a midia que esta fazendo a crise acontecer!

Janiny Nóbrega.
30/10/2008