quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Concentração de plástico nos oceanos parece estar diminuindo

A quantidade de resíduos plásticos descartados pelos norte-americanos aumentou em quatro vezes entre 1980 e 2008. É razoável deduzir que quanto mais plástico for produzido e descartado, maior será sua parcela na poluição oceânica. Mas um recente estudo, realizado no Atlântico norte e no Caribe, e publicado na revista Science, indica que a situação não piorou tanto assim.
Entre 1986 e 2008, apesar do gigantesco aumento nas quantidades de plástico produzido e descartado, não houve aumento nas concentrações em áreas marítimas, algo que Kara Law e seus colegas na Sea Education Association, em Woods Hole, Massachusetts, não foram capazes de explicar. Um programa da indústria norte-americana de plástico que resultou numa diminuição do número de resíduos na água também é insuficiente para explicar os números encontrados, e – de acordo com pesquisas submarinas – os resíduos também não parecem ter afundado.
Lendas envolvendo o Mar de Sargaços e o Triângulo das Bermudas costumam apontar os dois locais como pontos em que objetos (no caso, quase sempre, navios) costumam desparecer sem deixar vestígios. A Dra. Law parece ter encontrado um caso verdadeiro. O gráfico abaixo apresenta as concentrações de resíduos plásticos nos locais de maior concentração no Atlântico.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Tempestade pode ter destruído meio bilhão de árvores na Amazônia


Uma única tempestade pode ter sido responsável pela destruição massiva de meio bilhão de árvores na Amazônia em 2005, sugere um estudo. Esta é a primeira vez que é realizada uma contagem precisa de árvores mortas por conta de tempestades na região.
Para fazer o cálculo, pesquisadores usaram uma combinação de imagens de satélite, contagens feitas por especialistas em áreas pré-selecionadas da floresta e modelos matemáticos. Eles chegaram a conclusão de que entre 441 e 663 milhões de árvores foram destruídas em toda a floresta.
A pesquisa foi feita por especialistas norte-americanos da Tulane University, em Nova Orleans, em parceria com cientistas brasileiros do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

Tempestade

Uma tempestade com mil quilômetros de comprimento e 200 quilômetros de largura cruzou toda a bacia amazônica de sudoeste a nordeste entre o período de 16 e 18 de janeiro de 2005. Este tipo de tempestade é bastante incomum, explicou o pesquisador norte-americano Robinson Negrón-Juárez.
Os cientistas advertem que, por causa das mudanças climáticas, tempestades violentas deverão se tornar mais frequentes na região, matando mais árvores e, consequentemente, aumentando as concentrações de carbono na atmosfera.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Estudo mostra poder da geoengenharia

Para cada região do planeta existem cenários diferentes de geoengenharia.

Quando a discussão são as mudanças climáticas, não há vencedores, apenas perdedores. Cada ação do homem contra o meio ambiente vai afetar o planeta como um todo. Já quando o assunto é a geoengenharia, o questionamento sobre vencedores e perdedores é frequente. A hipótese é de que, enquanto a geoengenharia pode beneficiar algumas pessoas e lugares, ela também pode causar danos a outros, o que levaria a conflitos. Para esclarecer alguns pontos desta ciência, foi realizado um estudo, nos Estados Unidos. Os cientistas utilizaram o poder de um sistema chamado Climateprediction.net.

Eles executaram milhares de simulações de como o clima poderia se desenvolver ao longo deste século, com diferentes níveis de geoengenharia. As simulações começaram em 2005. Eles descobriram que para cada região do planeta existem cenários diferentes de geoengenharia. De acordo com o estudo, o panorama do clima de 2020 seria mais parecido com o encontrado na década de 1990, em termos de temperatura e precipitação, do que se não houvesse a geoengenharia.

Além disso, eles descobriram que quanto mais tempo os projetos de geoengenharia agiram, maiores foram os efeitos. Cenários que mantiveram a temperatura de uma região parecida com a de 1990 levariam bastante precipitação para outros lugares.

Um exemplo disto vem da Ásia. Há um número de cenários de geoengenharia em que o clima da Índia e da China na década de 2020 pareceram bastante com os de 1990. Apesar disto, em todos os panoramas da geoengenharia nos quais este modelo particular foi usado, a Índia ficou um pouco mais úmida do que era antes, enquanto a China ficou um pouco mais seca. Se a simulação avança para a década de 2070, as situações variam completamente.

Em ambos os casos, todas as opções oferecidas pela geoengenharia deram resultados de temperatura e precipitação parecidos com os encontrados na década de 1990, do que em modelos projetados para um mundo sem geoengenharia.

Nesse sentido, os dois países saíram “vencedores”, mas a maximização dos benefícios para um ainda viria em detrimento do outro. A mesma lição parece se aplicar de maneira geral em todo o mundo. Poucas regiões se destacam como alguns dos perdedores da geoengenharia se for aceita a ideia de é melhor ter uma grande mudança de temperatura para obter em troca uma pequena queda na precipitação.

A mensagem central do estudo não é o nível de geoengenharia que determinada região pode preferir, mas a lição de que, apesar de muitas regiões poderem se beneficiar da geoengenharia, elas não irão fazê-lo todas da mesma forma.


FONTE: OPINIÃO E NOTICIA

Comissão aprova novo Código Florestal


Apesar das manifestações por parte de militantes do Greenpeace e dos requerimentos feitos pela bancada ambientalista, a comissão especial da Câmara aprovou nesta terça-feira, 6, a reforma do Código Florestal Brasileiro por 13 votos a cinco.

A proposta prevê que as pequenas propriedades, aquelas com área de até quatro módulos fiscais (cada módulo tem entre 5 e 110 hectares, dependendo do município), ficam dispensadas de manter reservas legais. Além disso, os produtores rurais que desmataram até julho de 2008 ficam anistiados.

O relatório final foi apresentado pelo deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), e o texto agora segue para o plenário, mas só será votado após as eleições de outubro.

Tumulto

A sessão de votação do relatório foi marcada pelo clima de hostilidade entre ambientalistas e ruralistas. Manifestantes do Greenpeace dispararam sirenes e exibiram uma faixa com a frase “Não vote em quem mata florestas”, mas foram retirados do local por seguranças.

Os partidos PSol, PV, PT e o bloco PSB/PCdoB/PMN manifestaram-se contra a proposta de reforma do Código Florestal. Já os líderes das bancadas de DEM, PMDB, PPS, PTB, PP e PR posicionaram-se a favor do relatório. O PSDB ficou dividido.

FONTE: OPINIÃO & NOTICIA

CRITICAS: Um absurdo podemos chamar as mudanças no código de “estapafúrdias” na carta “Do Código Florestal para o código da Biodiversidade” essas mudanças foram realizadas sem embasamento científico e sem levar em conta as especificidades ecológicas das diferentes regiões do país. “Todo código antigo precisa de revisão, mas não para favorecer os que têm mais dinheiro,”. Outro fato que torna-se absurdo e me faz pensar que mais existes analfabetos na Câmara é quando numa parte do texto do novo Código onde cita que as áreas desmatadas e degradadas poderiam ficar sujeitas a (re)florestamento por espécies homogêneas. “uma prova muito de sua grande ignorância, pois não sabe a menor diferença entre reflorestamento e florestamento, o que reflete um fato exclusivamente de interesse econômico”.

Tudo isso é uma lástima.

Janiny Nóbrega.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

ReFlexões

“Penso que Deus é um Ser incrível, grande demais, grande demais até para que possamos entendê-lo, para que possamos interpretá-lo dentro da nossa tão limitada percepção!”

Como podem seres limitados, como nós humanos, ousarem dizer que entendem ou sabem como pensa um ser ilimitado como Deus?

A Bíblia é um Livro escrito por homens. Escrito com a limitação de toda e qualquer ação humana: ela está sujeita a códigos lingüísticos, está sujeita ao tempo de que fez parte, está sujeita à cultura que a originou e, a mais perigosa de todas as sujeições: está sujeita à mentalidade de quem a lê.

Como pode uma pessoa julgar outra através da Bíblia? Como pode julgar o que é certo ou que é errado através da Bíblia?

Vejamos algumas passagens bíblicas.

Êxodo 21:7 E se um homem vender sua filha para ser serva, ela não sairá como saem os servos.

Êxodo 21:8 Se ela não agradar ao seu senhor, e ele não se desposar com ela, fará que se resgate; não poderá vendê-la a um povo estranho, agindo deslealmente com ela.

Devo pensar que é permito o pai vender sua filha?

Êxodo 35:2 Seis dias se trabalhará, mas o sétimo dia vos será santo, o sábado do repouso ao SENHOR; todo aquele que nele fizer qualquer trabalho morrerá.

Será que devemos matar aqueles que insistem em trabalhar aos sábados?

Levítico 18:22 Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; abominação é;

"Não quebrarei o meu concerto, não alterarei o que saiu dos meus lábios". Salmos 89:34

“Só ele é a minha rocha e a minha salvação; é a minha defesa; não serei abalado.” Salmos 62:6

Eu suporia que Deus é gigante o suficiente para ver quem é bom ou mau por suas ações para com os outros, por seu crescimento ao longo do tempo passado na Terra.
Eu suporia dizer que Deus, como meu Pai, me ama exatamente como eu sou.


“Cada um fique na vocação em que foi chamado.” Coríntios 7:20

terça-feira, 12 de maio de 2009

DESENVOLVIMENTO SUSTENTAVÉL É POSSIVÉL?


Desenvolvimento sustentável é a forma de desenvolvimento que não agride o meio ambiente de maneira que não prejudica o desenvolvimento vindouro, ou seja, é uma forma de desenvolver sem criar problemas que possam atrapalhar e/ou impedir o desenvolvimento no futuro. Essa definição surgiu na Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, criada pelas Nações Unidas para discutir e propor meios de harmonizar dois objetivos: o desenvolvimento econômico e a conservação ambiental, como foram dito em sala de aula. Será que tudo isso é possível? Para alcançarmos o desenvolvimento sustentável, a proteção do ambiente tem que ser entendida como parte integrante do processo de desenvolvimento e não pode ser considerada isoladamente, e que crescimento é diferente de desenvolvimento. Desenvolver significa muito mais que acumular riqueza, mas sim na geração dessa riqueza e ainda tem como objetivo distribuí-la levando em consideração toda a população. E tudo isso depende de planejamento e do reconhecimento de que os recursos naturais são finitos para que, o que se torne importante seja qualidade em vez de quantidade, reduzindo uso de matérias-primas e produtos e o aumento da reutilização e da reciclagem.
Então quando perguntado se é possível desenvolver o trabalho de um engenheiro dentro de uma ótica de desenvolvimento sustentável, minha resposta será: depende! Não é uma boa resposta, mas tudo isso é questão de escolha, assim sendo, vai depender das escolhas da humanidade, das escolhas de hoje e das escolhas futuras. Não são muitos os exemplos que conhecemos hoje de países que buscam 100% o desenvolvimento sustentável, ou melhor, não se conhece nenhum, temos conhecimentos apenas de iniciativas de alguns países. Em relatório apresentado pela WWF (Fundo Mundial da Natureza) aponta Cuba como modelo de desenvolvimento sustentável, então você deve estar se perguntando, mas Cuba? É, Cuba, país com sistema de Ditadura, parece então que não vai ser tão fácil essa atividade de se desenvolver com sustentabilidade, mas foi Cuba que alcançou um bom nível de desenvolvimento, graças a seu alto nível de alfabetização e expectativa de vida bastante alta. Então quando afirmo que a escolha é o melhor meio para se desenvolver faz valer para que a humanidade saiba se desenvolver com sustentabilidade ela precisa está bem alfabetizada para que haja as escolhas certas, pois como já disse, tudo é questão de escolha.

terça-feira, 31 de março de 2009

Revista médica critica comentários do Papa sobre Aids


Olá pessoal, primeiro gostaria de perdir desculpa por fugir do tema atual do blog: MEIO AMBIENTE! Mas existem certas coisas que chamam nossa atenção e que é preciso passar adiante, como o fato que ocorreu a um mês atrás, quando o Papa Bento XVI, visita a África e de certa forma "proíbe" o uso de preservativos! ISSO É IMORAL!
Então leiam a noticia abaixo!

Janiny Nóbrega

A revista britânica Lancet considera que os recentes comentários de Bento XVI contra o uso de preservativos como forma de combater a Aids não constituem apenas um equívoco, mas também distorcem a ciência.

A renomada publicação acusa o Papa de distorcer provas científicas em público a fim de promover a doutrina católica. Em sua primeira visita à África, Bento XVI falou que a distribuição de preservativos não só é ineficaz para o combate à Aids, mas também agrava o problema.

Os comentários do Papa desencadearam uma onda de críticas pesadas por parte dos profissionais de saúde do mundo inteiro e de ativistas. Políticos da França, Alemanha e Espanha, além da ONU, também se manifestaram contra as palavras de Bento XVI.


VISTE E SAIBA MAIS: http://www.opiniaoenoticia.com.br