Apesar das manifestações por parte de militantes do Greenpeace e dos requerimentos feitos pela bancada ambientalista, a comissão especial da Câmara aprovou nesta terça-feira, 6, a reforma do Código Florestal Brasileiro por 13 votos a cinco.
A proposta prevê que as pequenas propriedades, aquelas com área de até quatro módulos fiscais (cada módulo tem entre 5 e 110 hectares, dependendo do município), ficam dispensadas de manter reservas legais. Além disso, os produtores rurais que desmataram até julho de 2008 ficam anistiados.
O relatório final foi apresentado pelo deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), e o texto agora segue para o plenário, mas só será votado após as eleições de outubro.
Tumulto
A sessão de votação do relatório foi marcada pelo clima de hostilidade entre ambientalistas e ruralistas. Manifestantes do Greenpeace dispararam sirenes e exibiram uma faixa com a frase “Não vote em quem mata florestas”, mas foram retirados do local por seguranças.
Os partidos PSol, PV, PT e o bloco PSB/PCdoB/PMN manifestaram-se contra a proposta de reforma do Código Florestal. Já os líderes das bancadas de DEM, PMDB, PPS, PTB, PP e PR posicionaram-se a favor do relatório. O PSDB ficou dividido.
FONTE: OPINIÃO & NOTICIA
CRITICAS: Um absurdo podemos chamar as mudanças no código de “estapafúrdias” na carta “Do Código Florestal para o código da Biodiversidade” essas mudanças foram realizadas sem embasamento científico e sem levar em conta as especificidades ecológicas das diferentes regiões do país. “Todo código antigo precisa de revisão, mas não para favorecer os que têm mais dinheiro,”. Outro fato que torna-se absurdo e me faz pensar que mais existes analfabetos na Câmara é quando numa parte do texto do novo Código onde cita que as áreas desmatadas e degradadas poderiam ficar sujeitas a (re)florestamento por espécies homogêneas. “uma prova muito de sua grande ignorância, pois não sabe a menor diferença entre reflorestamento e florestamento, o que reflete um fato exclusivamente de interesse econômico”.
Tudo isso é uma lástima.
Janiny Nóbrega.
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