terça-feira, 26 de março de 2013

Carta de repúdio contra os governantes mercenários, prostitutos desse país!


Até quando vamos esperar uma resposta do Governo Federal? Até quando seremos obrigados a conviver com isso? Até quando vamos nos calar e escutar ministros minimizando a seca no nordeste por achar que somos obrigados a conviver e nos adaptar com ela (a seca). Atualmente tal situação tem me sufocado e muitas vezes até choro de revolta por ver milhares de pessoas cegos por querer, iludidos. É inaceitável que ninguém se posicione contra isso, é inaceitável que brasileiros se comovam mais com os furacões nos Estados Unidos, terremotos no Japão do que com a seca no Nordeste. Poderíamos ter um aliado forte nessa luta pela água, que seria a mídia, a Globo por exemplo, que é fantástica em fazer lavagem cerebral, fazendo muitos brasileiros doar dinheiro para desastres ambientais de outros países. É lamentável. E mais revoltante ainda é saber que o Brasil retem a maior quantidade de água doce do mundo. Os Aquíferos Alter do Chão e o Guarani seriam suficiente para abastecer a população mundial em cerca de 150 vezes. Essa água está em nosso território. E o que ta faltando? Já que tecnologia para transição de águas nós temos e dinheiro também. É inaceitável tal situação. Nosso país é de mercenários, todos os poderes estão prostituídos. E a grande maioria das pessoas que poderiam fazer e votar diferente, preferem assistir a novela das 20h, o bbb... Enquanto isso os políticos mercenários estão gozando a vida com dinheiro público. É vergonhoso Brasil. Desculpa o desabafo é que realmente estou muito revoltada. E já que não estou em Brasilia para expor minha indignação na cara daqueles que ditam e administram o país, escrevo aqui de Campina Grande / São José do Sabugi, minhas palavras de repudio contra aqueles que se calam diante dessa realidade. 


Janiny Nóbrega.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Morre ao 82 anos Chinua Achebe, maior romancista da África negra


O grande romancista e poeta nigeriano Chinua Achebe, amplamente visto como o pai da literatura africana moderna, morreu aos 82 anos de idade, informou a editora Penguin nesta sexta-feira, 22.
Achebe ficou conhecido no mundo há mais de 50 anos  com a publicação de seu romance Things Fall Apart(Quando tudo desmorona), sobre seu grupo étnico Ibo, que sucumbe ao colonialismo britânico no início do século 19. Era a primeira vez que a história do colonialismo europeu era contada a partir de uma perspectiva africana para um público internacional. Quando tudo desmorona foi traduzido para 50 idiomas e vendeu mais de 10 milhões de cópias em todo o mundo.
Um porta-voz da sua editora, a Penguin, confirmou sua morte, mas não deu detalhes. Disse apenas que a família lançaria um comunicado em breve.
Os primeiros trabalhos de Achebe centraram-se nas convulsões sociais provocadas pelo colonialismo na África. Mais tarde, ele voltou seus olhos para a devastação da Nigéria e da África por uma série de golpes militares que entrincheiraram ditaduras ferrenhas.
Anthills of the Savannah (Formigueiros do Cerrado ), publicado em 1987, se passa dois anos após um golpe militar em um país africano imaginário, onde o poder corrompeu e a brutalidade do Estado silenciou todos, menos os mais corajosos.
Em 1983, ele publicou o panfleto O problema com a Nigéria, que pintava um quadro sombrio de seu país natal, mas também expressava esperança de que a corrupção endêmica poderia ter fim se a população conseguisse torná-la não rentável para as elites da Nigéria.
Como escritor, locutor e conferencista, Achebe serviu de ponte entre a África e o Ocidente e se tornou uma referência para gerações de escritores africanos.
Nelson Mandela leu seus trabalhos na prisão e certa vez se referiu a Achebe como um escritor “em cuja companhia os muros da prisão desmoronam”.
Um acidente de carro o colocou em uma cadeira de rodas em 1990, e desde então ele parou de escrever livros. Achebe passou a maior parte de seus últimos anos nos Estados Unidos, onde lecionava em universidades.



China pode ter ‘vilas do câncer’


O governo chinês admitiu que os altos níveis de poluição no país podem ter ligação com a elevada incidência de casos de câncer em algumas localidades.
A imprensa chinesa publicou há quatro anos um mapa identificando tais localidades com alto índice de casos da doença como “vilas do câncer”.
Essa é a primeira vez que o governo chinês admitiu que pode realmente existir “vilas do câncer” no país. Tal reconhecimento consta em um relatório do Ministério do Meio Ambiente da China.
O relatório, por sua vez, foi publicado no momento em que ganha força no país um debate sobre os problemas causados pela poluição e pelo lixo industrial.

Fábricas e rios poluídos


De acordo com veículos de comunicação da China, a incidência de câncer em vilarejos próximos a fábricas e rios poluídos aumentou nas últimas décadas.
Dados não-oficiais mostram que o aumento da população na China, que tem algumas das cidades mais poluídas do mundo, está ligado à rápida industrialização do país nos últimos 30 anos.
O relatório divulgado pelo governo chinês cita o possível uso por empresas chinesas de substâncias químicas proibidas em países desenvolvidos por serem consideras prejudiciais à saúde. Entre essas substâncias está o composto orgânico sintético nonilfenol, utilizado no setor têxtil chinês e também na fabricação de detergentes no país.


Carros elétricos. O lado sujo.


O dióxido de carbono gerado na produção e a dependência de energia para recarregar a bateria mostram que o carro elétrico não é um veículo genuinamente verde

Os carros elétricos são vistos como o prenúncio de um futuro otimista para o meio ambiente. Os anúncios garantem zero de emissão de carbono, e o presidente dos EUA Barack Obama até prometeu colocar um milhão deles nas estradas até 2015.
Embora alguns consumidores permaneçam cautelosos quanto ao alcance do veículo e a durabilidade da bateria, o carro elétrico é um veículo genuinamente verde, certo? Errado.
Para alguns entusiastas do veículo, como o ator ativista Leonardo DiCaprio, o principal argumento para o uso dos carros elétricos é o fato de que, por não emitirem dióxido de carbono, não contribuem para o aquecimento global. Porém, a energia utilizada na fabricação e, em alguns países como os EUA, nas recargas de bateria, causam muitos mais danos do que a maioria das pessoas imagina.
Segundo uma análise do Journal of Industrial Ecology, a produção de um carro elétrico, especialmente a bateria, gera dióxido de carbono. Além disso, a mineração de lítio é tudo, menos uma atividade verde. A produção de cada carro elétrico gera 30 toneladas de dióxido de carbono, quase o dobro da quantidade gerada para produzir uma carro convencional. Para piorar, nos Estados Unidos, a energia utilizada para recarregar a bateria não é verde: na maioria das vezes, ela provém do carvão.
Ou seja, embora os proprietários do carro elétrico tenham a sensação de estar fazendo um bem para o meio ambiente, ainda contribuem com os mesmos combustíveis fósseis que os donos dos carros convencionais.


quinta-feira, 26 de abril de 2012

Fotos de ONG mostram obras da usina de Belo Monte na Amazônia


A organização ambiental Greenpeace divulgou na última semana imagens feitas durante dois sobrevoos realizados na região de Altamira, no Pará, onde são realizadas obras da usina hidrelétrica de Belo Monte, construção polêmica do governo federal no Rio Xingu.
As fotos mostram trechos de floresta amazônica que foram suprimidos para a construção, além da movimentação de máquinas e caminhões na região.
Segundo o Greenpeace, a área já sofre com impactos da obra como o adensamento demográfico em Altamira. Levantamento feito pela ONG aponta que o empreendimento pode desalojar até 40 mil pessoas devido ao alagamento de uma área equivalente a 516 km².
A Norte Energia, empresa responsável pela construção e futura operação de Belo Monte, informou que deve investir R$ 3,2 bilhões em ações socioambientais na região, privilegiando as áreas da saúde, educação, geração de emprego, renda e segurança pública.
A companhia afirma que, embora o inventário florestal ainda não tenha sido concluído, “é possível informar que 60% da área ocupada por Belo Monte é constituída por pastagens e vegetação secundária antropizada (cobertura nativa substituída pela agricultura)".
A responsável pelas obras disse também que não haverá impacto em terras indígenas na região do Rio Xingu e que o Projeto Básico Ambiental (PBA) foi desenvolvido para Belo Monte a partir da licença ambiental concedida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama).
Barragem construída pela Norte Energia corta Rio Xingu, na região de Altamira, no Pará. (Foto: Divulgação/Greenpeace/Marizilda Cruppe)

Obra

Belo Monte custará pelo menos R$ 25 bilhões, segundo a Norte Energia. Há estimativas de que o custo chegue a R$ 30 bilhões. Trata-se de uma das maiores obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), uma das principais bandeiras do governo federal.
Apesar de ter capacidade para gerar 11.200 MW de energia, Belo Monte não deve operar com essa potência. Segundo o governo, a potência máxima só pode ser obtida em tempo de cheia. Na seca, a geração pode ficar abaixo de 1.000 MW. A energia média assegurada é de 4.500 MW.
Para críticos da obra, o custo-benefício não compensa. O governo contesta diz que a geração menor evita um alagamento maior e que a energia é fundamental para o país.

domingo, 15 de abril de 2012

Energia Alternativa


Estados Unidos lideram ranking da energia limpa.


Um relatório divulgado nesta semana pelo instituto americano Pew indica que o Brasil é o décimo país que mais investe em energia limpa, tendo direcionado US$ 8 bilhões para o desenvolvimento da produção alternativa – um aumento de 15% em relação a 2010. Os Estados Unidos recuperaram o título de maior investidor em energia limpa em 2011, investindo US$ 48 bilhões no setor — um aumento em relação aos US$ 34 bi de 2010. A China, que aparece na segunda posição, apresentou um crescimento de apenas US$ 500 milhões neste mesmo período, e aplicou, no ano passado, US$ 45,5 bilhões nesta área. Na frente do Brasil estão Alemanha, Itália, um bloco de 27 países da União Europeia, Índia, Reino Unido, Japão e Espanha.
O documento, intitulado Who is Winning the Clean Energy Race (“Quem Está Ganhando a Corrida da Energia Limpa”), destacou os investimentos do Brasil em energia eólica, superando a produção de 1 gigawatt em 2011, suficiente para abastecer 750 mil casas. O setor ainda deve se desenvolver nos próximos anos, segundo o Pew. O documento ainda aponta que o País registrou a terceira maior taxa de crescimento no setor nos últimos cinco anos entre os países do G20.
Segundo o relatório, as nações do G20 são responsáveis por 95% dos recursos destinados a este setor. Com este crescimento, foram gerados mais 83,5 gigawatts com energia limpa — sendo 30 Gw em energia solar e 43 Gw com a eólica. No ano passado, o investimento global foi de US$ 263 bilhões: um índice recorde, e 6,5% maior do que em 2010.
“O setor continua em expansão e está superando o crescimento da economia global”, comemora Phyllis Cuttino, diretora da Pew Charitable Trusts. “Agora temos uma capacidade de geração de energia instalada de 565 Gw, 47% maior do que a da energia nuclear. Fica, então, muito claro que não estamos tratando apenas de um nicho”.
De acordo com Cuttino, os Estados Unidos foram beneficiados com investimentos a curto prazo, mas esta abundância não deve se sustentar por muito tempo. “Os investidores correram para se aproveitar de políticas, como incentivos fiscais e garantias de empréstimo, que expiraram no fim do ano passado. Quando vemos a rápida taxa de crescimento dos EUA, é difícil imaginar como ela poderá ser mantida sem os mecanismos políticos que estão em sua origem”, explica a diretora da Pew, que enxerga sinais sugerindo uma queda nos investimentos em energia limpa, devido à “incerteza política” global.
O freio chinês seria resultado do amadurecimento do setor. O país, no entanto, continuará atraindo a atenção da comunidade internacional. A China tinha como meta gerar 20 Gw com energia solar até 2020. Agora, espera que este índice chegue, no mesmo prazo, a 50 Gw.
“O investimento em energias limpas – sem incluir os setores de pesquisa e desenvolvimento – cresceu 600% desde 2004, com base nas políticas nacionais que criaram estabilidade no mercado”, afirma Cuttino. “Esse aumento é importante porque significa inovação, comercialização e instalação de tecnologias que criam oportunidades para todos os setores do mercado”.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Qual a diferença entre Engenharia Agrícola e Agronomia?



Pensando em como parar de perder tempo com pergunta besta de alguns "amigos" decidi escrever essas informações. Logo, porque com certeza muitos estudantes de Engenharia Agrícola já passaram pelo desprazer de ser parado e perguntado por algum amigo ou colega mal informado, sobre a diferença entre Engenharia Agrícola e Agronomia. (Perguntinha essa chata que na maioria das vezes prefiro fingir que não escutei). Então para muitos que ainda sente alguma dificuldade de aperfeiçoar uma resposta aqui vai algumas dicas. E fica a resposta também para os chatos de perguntas chatas.

Agronomia é um campo multidisciplinar que inclui sub-áreas aplicadas das ciências naturais (biológicas), exatas, sociais e econômicas que visam melhorar a prática e aumentar a compreensão da agricultura visando uma otimização para o bem da humanidade. 
É como se fosse o Arquiteto, bem longe... (como SE fosse)!


Já a Engenharia Agrícola são as técnicas e os conhecimentos empregados no gerenciamento de processos agropecuários. Ou seja o engenheiro agrícola projeta, implanta e administra técnicas e equipamentos necessários à produção agrícola. Planeja métodos de armazenagem e constrói silos, armazéns e estufas. Leva ao campo soluções inovadoras e eficazes para melhorar a produção, sem descuidar do desenvolvimento sustentado da agricultura. É o ENGENHEIRO. 


Esses cursos preparam profissionais para DIFERENTES tarefas em um mesmo campo de atuação. O agrônomo se aprofunda em matérias das áreas de biologia e química. Enquanto o engenheiro agrícola terá formação com base em matemática e física. A Engenharia Agrícola é voltada para a parte mecânica da agricultura, como planejamento, construcão e manutenção de máquinas. Já o curso de Agronomia se volta as etapas da atividade agropecuária - do plantio e da criação de rebanhos à comercialização da produção.

FICA A DICA!!!


E O QUE O ENGENHEIRO AGRÍCOLA FAZ?

Construção rural

Projetar e construir estufas, silos, estábulos e outros alojamentos para animais, mantendo as condições ideais de climatização dos ambientes.

Eletrificação rural

Instalar em propriedades rurais fontes de energia hidráulica, elétrica, solar ou geradas por biogás.

Engenharia de águas e solos

Construir açudes, barragens e sistemas de irrigação e drenagem. Combater a erosão e pesquisar técnicas de conservação do ambiente.

Extensão rural e difusão de tecnologia

Orientar produtores rurais sobre tecnologias e conhecimentos de produção segundo a capacidade produtiva da propriedade.

Mecanização agrícola

Projetar e construir equipamentos mecânicos, bem como otimizar sistemas mecanizados para todas as etapas da produção agropecuária. Prestar assistência técnica aos agricultores.

Planejamento agropecuário

Organizar e gerenciar negócios agropecuários. Fazer previsão de safras e propor métodos para gestão dos recursos naturais.

Tecnologia pós-colheita

Determinar a embalagem, o armazenamento, o transporte e o beneficiamento das safras.

Resumindo:
O engenheiro agrícola projeta, implanta e administra técnicas e equipamentos necessários à produção agrícola. Planeja métodos de armazenagem e constrói silos, armazéns e estufas. Leva ao campo soluções inovadoras e eficazes para melhorar a produção, sem se descuidar do desenvolvimento sustentado da agricultura. Propõe a adoção de medidas que impeçam a erosão e o esgotamento do solo e a poluição de mananciais. Constrói açudes, barragens, sistemas de irrigação e de drenagem. Trabalha no projeto de máquinas e equipamentos agrícolas e se ocupa da mecanização agrícola e da eletrificação rural. Há boas oportunidades nos setores agropecuário e agroindustrial, para trabalhar em pesquisa, geração e desenvolvimento de sistemas de produção e seus componentes tecnológicos. Atua em todas as etapas do agronegócio, do planejamento da produção à comercialização do produto.